Analista é gente

O analista come churrasco, bebe cerveja

Dê uma olhada na rede social LinkedIn, onde a massa de trabalhadores do colarinho branco cria perfis cuidadosamente perfumados.  Verás que a média de idade dos analistas de seguros, seja da parte comercial subscrição ou de regulação de sinistros, é abaixo dos 40 anos.

Mais velho que isso, o cara é promovido ou se estressa e pede demissão.

Analistas são homens e mulheres novos, gostam de curtir a vida. Chegam sexta-feira meio-dia, só pensam na diversão do fim de semana. Como todo bom pai de família, de idade mais elevada. Ou todo bom operário civil, de qualquer idade. Ou como todo bom agricultor, até aqueles com 60 anos.

Todo mundo gosta do fim de semana. Todo mundo anseia pelo fim da jornada de trabalho.

Então quando o segurado ou corretor tem alguma demanda urgente para ser resolvida na seguradora, é melhor que o urgente seja até o meio-dia de sexta-feira ou então só na próxima segunda-feira a tarde.

No fim de semana, urgente é só a diversão.

Dor de barriga, enxaqueca

Chega na segunda-feira, após a farra de sábado e domingo, é duro trabalhar. O analista procrastina, vive mais no telefone e na cozinha que na frente do computador respondendo demandas. 

Ele faz como aquele pedreiro, ou marceneiro ou chapa de caminhão de entrega, que iniciam a segunda-feira pelo serviço mais leve, maroto. Se lhe apertam demais, arruma uma dorzinha para desculpar-se.

O analista não é muito diferente do corretor ou segurado. Eu e você temos nossos problemas, nossas preguiças e dias ruins. O analista também tem. O cara não é um robô.

Conclusão

No ramo de seguros, só quem tem pressa é o segurado para receber a indenização e o corretor para receber a comissão. O analista não irá correr junto conosco.

Todo prazo será respeitado. Nada será priorizado.